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ALTO COMISSARIADO DE GRADUADOS MILITARES PRAÇAS

sugere que o BNDES seria uma opção de socorro aos militares praças das FFAA

Associações de Militares estão novamente preparando documentos para envio ao Congresso Nacional desta feita pedindo socorro aos parlamentares em face da gravidade dos militares graduados praças que, dentro da luta pandêmica, são os únicos que estão sem nenhum socorro.

Segundo informações de alguns veteranos, não esta havendo atendimento ambulatorial e muito mal o emergencial que se concentra praticamente no HNMD. A ordem é o tratamento domiciliar por causa da contaminação do COVID 19.

O entrave maior, no entanto, vem sendo a questão financeira dos militares graduados que foram excluídos da nova Lei 13.954/19. Para muitos, esperar uma solução esta agonizante, pois, famílias de graduados já vem passando necessidade tendo que pedir ajuda a parentes e amigos.

Segundo um sargento em seu desabafo muitos militares graduados estavam exercendo atividades correlatas, ou seja, fazendo extra para que com esse dinheiro complementassem seus minguados salários. No entanto, com a pandemia essa porta se fechou e impedidos de exercer atividades externas muitos estão tendo que vender ate mesmo bens familiares para contornarem a situação.

militares graduados vivem a sombra e as migalhas 

NÃO SOMOS BACAMARTES ENFERRUJADAS

Um militar inconformado com o tratamento recebido desabafa: não somos (bacamartes) enferrujadas para apenas servir de modelo em paredes encasteladas.

Quando querem, sabem bem nos usar citando os militares. Não queremos respeito só quando precisam.

Tivemos nossa utilidade quando na ativa e merecemos atenção devida por isso tanto na reserva quanto na reforma.

A insatisfação já atinge o conhecimento social graças ao envolvimento de políticos na busca de uma solução ao problema que se agrava mês a mês.

ESTADÃO ALERTA SOBRE A SITUAÇÃO​

O jornal Estadão abriu texto em capa principal citando a abertura de negociações com militares de baixa patente.

A realidade é que esse fato foi alusivo a reunião entre senadores e Deputados da liderança do governo e da Câmara.

Alguns representantes dos militares próximos à política, participaram dessa reunião, porém, quiçá foram citados sem falar que, a grande maioria ficou de fora do convite para essa conversa que ocorreu com o secretário General Ramos.

A verdade é que os oficiais generais não têm mesmo em vida ativa nas FFAA, proximidades com a tropa. Ouvir ponderações e questionamento políticos não é aceitável por 99% dos Oficiais Generais.

Podem até receber os políticos por ser este o papel institucional mas, jamais aceitam de bom grado atender militares graduados praças exceto, quando cabe a eles determinarem o sim ou o não sem questionamentos, ou ressalvas, ou seja, eles estão acostumados a dar a sua aquiescência ou não em quartel general e os militares praças o de aceitar sem questionamentos e de bom grado a decisão final.

No entanto, ainda que isto ocorra na caserna, no âmbito civil, a coisa é e deve ser diferente por isso, provavelmente somente os políticos foram recebidos e trataram da questão mais o que foi tratado e decidido até agora a tropa não sabe e sequer foi informada.

UBIRAJARA ROCHA AFIRMA QUE O USO DO BNDES PODERIA SER UM SOCORRO EMERGENCIAL A TROPA 

Segundo o Presidente Nacional da ABBMP, Ubirajara Rocha a Associação que integra uma Comissão de Associações que lutam pelos direitos dos praças, ainda acredita na possibilidade de um diálogo com o Governo Federal.

Essa esperança vem sendo reacendida pelo parecer e apoio do Deputado Federal Líder do Governo na Câmara e que cai muito no gosto do Presidente Jair Bolsonaro pelo seu alinhamento junto ao governo.

Vitor Hugo é Major do EB e consequente entende o clamor da caserna, se predispondo por isso a, ser um interlocutor junto ao governo.

A demora, no entanto, urge uma vez que os militares têm pressa e o Presidente Ubirajara sugere em pauta e em conversações a utilização do BNDES para socorrer os militares graduados, até porque o que se deseja é apenas a prorrogação dos pagamentos dos militares que reassumiriam seus débitos, saudando-os de forma prorrogada a exemplo do que aconteceu com os servidores civis.

- Ou os bancos abrem mão desses meses, ou o BNDES nos socorre diz ele!