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CASO DO CABO DA MARINHA EMITE SINAL DE ALERTA DA INSATISFAÇÃO DA TROPA

Caso do Cabo da Marinha que esfaqueou oficial acendeu o sinal vermelho de que a tropa já está no limite e algo precisa ser feito. 

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GRADUADO DA MARINHA SURTA E AGRIDE OFICIAL A FACADAS

Paralelo as matérias que o Bancada News vem veiculando a respeito das Penas Disciplinares e/ou Administrativas (vide reportagem), um fato de agressão física justamente por motivos similares a nossa reportagem marcou a semana com fatos desagradáveis.

Um cabo (graduado praça), por motivos de ordem pessoal, agrediu a facadas a Tenente Pamela Roberta Maia, por se sentir injustiçado pela baixa avaliação recebida pela oficial.

É de grande importância o entendimento dessas avaliações pois elas são de extrema responsabilidade por terem o poder da ajudar ou prejudicar um militar nas suas atividades, crescimento ou mesmo perda do serviço ativo, dando baixa por questões meramente avaliativas.

 

Na Marinha, os militares recebem periodicamente, avaliação de seus superiores denominadas de CONCEITO, onde os oficiais encarregados de determinados setores e tendo praças sob seu comando, podem em conformidade com Portaria instituída e que regula as normas de avaliação militar conceder conceitos que vão desde 1 até 5 (1 insuficiente, 2 regular, 3 bom, 4 muito bom e 5 excelente).

Geralmente, estes conceitos influenciam na vida profissional do militar e podem gerar consequências benéficas ou maléficas de acordo com o transcorrer da vida militar dos graduados.

A exemplo, certas missões, promoções e reconhecimentos, dependem dessas avaliações, que passam, a outros setores a imagem do militar em face do conceito recebido. 

Na Marinha, o conceito 3 que a principio é denominado como um bom conceito, na realidade não passa uma imagem boa do militar que para poder ser indicado para ótimas comissões como por exemplo: buscar navios no exterior e receber em dólar, precisa no mínimo ter uma média em conceitos que venha estar acima do conceito 4 (muito bom).

Militares com conceito 3 (três) nunca receberão indicação para boas comissões, embora o conceito a principio seja considerado "BOM"e dependendo do caso, poderá até mesmo, ser dispensado do serviço ativo se a sua média for abaixo desse numero, pondo fim a sua carreira ou sonhos de patamares maiores.

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GRADUADO DA MARINHA SURTA E AGRIDE OFICIAL A FACADAS

O triste acidente envolvendo um Cabo da Marinha e a Tenente Pamela ocorreu nas dependências da Base de Hidrografia e Navegação da Marinha do Brasil que fica em Niteroi.

A Base tem sob sua competência principal o levantamento geográfico marítimo, ponto de vital importância para a navegabilidade de navios de guerra e mercantes nos mares e principalmente na costa brasileira.

 

De acordo com informações de testemunhas, a oficial recebeu 10 facadas com perfurações no pulmão e ocasionando até mesmo fraturas em outros áreas do seu corpo.

 

A oficial foi socorrida e atendida no Hospital Marcilio Dias onde esta sob observações com estado de saúde estável. 

EM SUA LIVE, PRESIDENTE FALA SOBRE AS QUESTÕES DAS PENAS DISCIPLINARES

Se em face das nossas reportagens ou do caso em questão, o Presidente Jair Bolsonaro em sua live de hoje (03/06), em comentário com militares de alta patente presentes a live mencionou uma punição que recebeu citando a exemplo que o Comandante em sua audiência primeiramente lhe afirmou que ele certamente seria punido e lhe perguntou o ue ele achava se merecia 20 dias ou 15 dias de prisão. Bolsonaro optou pela pena máxima (uma forma de aos olhos do comandante admitir seu erro) e este por sua vez optou por lhe dar 15 por sua sinceridade. 

Pode-se ver que aos olhos de alguns as cadeias ou penas disciplinares são normais aos olhos da soldadesca mais nota-se que jamais um juiz de direito faria tal pergunta a um militar sob um estado de erro confirmado. 

Antes de expor o seu testemunho, o presidente perguntou ao oficial que estava ao seu lado na live, sobre um militar chegar atrasado ao quartel e o Ministro da Educação, Pastor Protestante  "MILTOM RIBEIRO" respondeu que a justificativa do militar EXPLICA MAIS NÃO JUSTIFICA, mostrando  claramente a visão fechada empregada em quarteis e provavelmente adquirida por ele ao circular em meio a oficiais que sempre usam desse fraseado como um artificio para dizer a um graduado em audiência por alguma falha administrativa e/ou profissional que ele independente do que argumentar ou usar como meio de defesa terá que ser punido pelo que fez ou seja, não há desculpas para ele e portanto, DEVE SER PUNIDO.

Acesse o link abaixo e assista a LIVE do PRESIDENTE de hoje que trata sobre esse assunto!

O CASO DO CABO LUCAS ESTA  CAUSANDO INDIGNAÇÃO DOS MILITARES PRAÇAS EM FACE DA DIFERENÇA DE TRATAMENTO DISPENSADA PELA MARINHA AOS FATOS.
PARA MUITOS MATAR OU MORRER PASSA A SER A UNICA OPÇÃO

Várias lideranças militares, já vem manifestando em debates públicos, as questões das penas disciplinares que tem muito a ver com a questão do caso do Cabo e da Tenente da Marinha.

Não é a primeira vez e se nada for feito, não será a ultima em face da forte pressão a que os militares graduados vem sofrendo nas casernas, assim como, em outros a necessidade de exigência a que oficiais subalternos se veem obrigados a cobrar de militares graduados responsabilidades que muitas vezes suplantam a sua possibilidade ou perspectivas de respostas aos superiores hierarquícos.

Baixos soldos, falta de assistência psicológica, pressão profissional, regimes fechados em viagens constantes e a necessidade de desenvolvimento profissional aliado as atribuições administrativas, colocam militares graduados sob estado de altíssima pressão e sem quem a recorrer, muitos acabam surtando no interior dos quarteis sem a opção de socorro em suas angustias e estados de depressão a que ficam submetidos.

A pouco tempo, um Cabo sob este estado psicológico, optou por suicidar-se estando confinado em prisão no quartel, sem medicamentos e sem acompanhamento psicológico da área de saúde.

Agredir alguém, ou se alto agredir é apenas uma questão de oportunidade e momento a que o militar fica ao se sentir isolado e sem condições de apoio psíquico. 

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PRESIDENTE DO SIND MIL CRITICA A FALTA DE LEI NAS QUESTÕES DOS MILITARES GRADUADOS

O Presidente do Sindicato dos Militares do Brasil - SIND MIL Dr, GEORGE BRITO emitiu uma nota pessoal em video, lamentando o ocorrido com a oficial da Marinha PAMELA em nome da instituição que preside.

 

Por outro lado, o militar veterano, enfatizou que a ocorrência do fato se dá em face da falta de uma lei que regule as normas atinentes aos militares graduados, condenando a forma a que estes vem sendo tratados, muitas vezes a revelia da Constituição Federal.

 

Segundo ele, os graduados das FFAA deveriam ser regidos por LEI ESPECÍFICA e não por portarias e regulamentos, ao seu ver, ultrapassados e que ferem os direitos constitucionais dos praças, obrigando-os a uma vida sob total aquiescência dos oficiais militares das FFAA.

Em seu vídeo, Dr. George critica abertamente a forma imperiosa imposta pelo regime militar e que ao seu ver prejudica fortemente os militares graduados que se sentem minimizados pelas condições a que ficam sujeitos em suas atividades . 

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PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE MILITARES PEDE AO PRESIDENTE UMA LEI ESPECIFICA AOS MILITARES

PRESIDENTE DA ABBMP COMENTA A AÇÃO ARMADA NO SEIO MILITAR

O Presidente da Associação Brasileira Bancada de Militar Praça - ABBMP também emitiu video sobre a ação ocorrida no interior da Base de Hidrografia e Navegação da Marinha do Brasil em Niteroi - RJ.

Em seu comentário o veterano enfatiza a forma como foi feita a reportagem pela Rede Globo, dando enfáse a ação por motivo fútil e explica a questão dentro da sua visão militar da gravidade das normas legais que regem a forma de conceito dos militares empregada pelas FFAA.

Segundo ele, ações aparentemente irrisórias podem levar militares a ações extremas justamente por sentirem-se isolados e sem recursos conforme estabelecido por lei.

Ele invoca ao Presidente da República um PLANO DE CARREIRA PARA PRAÇAS e ao MINISTRO DA DEFESA pedindo que não haja OMISSAO das autoridades sobre o ocorrido a fim de evitar-se novos quadros de violência nos quarteis.

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