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STF BUSCA CALAR POR FORÇA DE LEI A IGREJA

O parecer dos Ministros contrários ao trabalho social e espiritual das igrejas evangélicas fere o principio da laicidade do estado  onde segundo a constituição um não interfere no outro.

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O ROMPIMENTO DO ESTADO E DA IGREJA

Esta semana, o STF surpreendeu o Brasil ao levar a juízo uma causa pétrea na Constituição que regula as normas religiosas no Brasil e que portanto, não pode ser mexida ou alterada por nenhum dos poderes.

A Proclamação da República, em 15 de Novembro de 1889, foi o ápice para que, aos 7 de janeiro de 1890, o Governo provisório publicasse o decreto da separação da Igreja e do Estado, proibindo no art. 1º ao Governo Federal leis, regulamentos ou atos administrativos sobre religião, e abolindo no art. 4º o padroado com todas as suas instituições, recursos e prerrogativas.

A Constituinte de 1988, salvaguardou a ação da igreja e do estado tornando-o "LAICO", o que significa que o estado não interfere na igreja e vice versa.

 

Isso se deu pelo fato de que até então o regime no país era regido pela religião católica e esperava-se com isso que com o rompimento o estado ganharia a sua independência como assim aconteceu.

 

O que poucos sabem é que a igreja opera dentro de um espaço fisico temporal e espiritual  junto a religião que trás entre os seus principais aspectos o lado espiritual. Claro que para o estado importa o aspecto temporal ao passo que para a igreja o temporal somado ao espiritual pois a religião (principalmente a evangélica) vive daquilo que não se vê e esse aspecto e unicamente espiritual, porém sujeita também as ações temporais.

 

Isso aos olhos dos legisladores que atuam dentro de uma esfera unicamente física e temporal era o motivo principal para um rompimento a ser aplicado a sociedade atual e futura. 

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Levando em consideração a importância do Estado Laico e sua interferência no relacionamento igreja e estado segue um link de acesso a importância do entendimento dessa questão 

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Nos meados dos anos 80 a religião evangélica era a terceira maior no Brasil, atras da igreja católica e do Umbandismo predominante no Brasil.

Com a Constituição de 1988, a Igreja dita protestante, deu um salto e tornou-se praticamente empatada com a catolica e segundo estudos devera ja nos meados de 2030 ser a numero hum no Brasil.

Essa independência espiritual preocupada legisladores por ser uma tendência formadora de opinião e de lideranças sociais formando uma contra mão aos interesses politicos que lutam por manter sua hegemonia de poder nos rumos da nação.

IMPOSSIVEL COMPARAR A IGREJA A QUALQUER OUTRO SEGMENTO SOCIAL

Segundo o Bispo Paulo Santos, é impossível comparar a igreja a outro segmento, independente de sua importância social. Ao impor o estado LAICO, alguns legisladores e alguns segmentos sociais acreditavam que isto seria o veneno mortal para por fim a força e o poder moderador da igreja, preocupados com o crescimento no Brasil.

Para algumas lideranças, principalmente de esquerda e que sempre foi predomínio no Congresso Nacional, tinha-se em conta que sem o estado o cristianismo morreria, porém o efeito visto foi totalmente contrário ao desejado, pois a igreja, livre do estado, obteve liberdade para desta feita crescer sem nenhuma interferência.

Tal qual a morte de Cristo que para os sacerdotes do Templo e os fariseus seria o sepultamento de uma nova doutrina esta ao final acabou por despertar o interesse da sociedade justamente por aquilo que eles queriam impedir pelo silencio da morte de Cristo porém, com a sua morte, nada mais podiam fazer contra seus seguidores que a cada dia aumentava e seguia, agora com liberdade total, a doutrina que tanto os sacerdotes temiam.

AO PROIBIR CULTOS E AÇÕES DA IGREJA O STF IMPEDE DE FORMA MORBIDA A AÇÃO DE AMOR AO PROXIMO QUE SÓ TEM AJUDADO PESSOAS, FAMILIAS ENTRE OUTRAS AÇÕES QUE ELEVAM A ESPIRITUALIDADE E O AMOR A CRISTO CUJO PODER RESTAURADOR NÃO NECESSITA DO ESTADO MAIS AO CONTRÁRIO, TEM CONTRIBUIDO PARA A MELHORIA DA SOCIEDADE COMO UM TODO.

COM O ESTADO LAICO A IGREJA PODE CRESCER SEM A DEPENDENCIA DO ESTADO

Essas igrejas produzem um serviço que o Estado não dá conta ou para os quais a sociedade brasileira não se mobiliza. (…) Há uma rede de ajuda mútua: quando o marido fica desempregado e se arruma emprego, o filho se envolve com drogas e encontra um lugar para ser tratado, o marido que batia na mulher encontra caminhos para negociar uma harmonia em casa. É um estado de bem-estar social informal”, diz.

Spyer afirma que a elite brasileira tem uma visão “estereotipada, pouco esclarecida e muito arrogante” sobre os evangélicos, que se reflete também em parte da classe política, inclusive na centro-esquerda. Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro, que teve entre os evangélicos sua maior vantagem eleitoral em 2018, adota uma estratégia “oportunista” de aproximação desse grupo, sinalizando que “se as outras pessoas não se interessam por eles, ele se interessa”, diz o antropólogo.

Extrato da Revista 

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Enquanto Bolsonaro sanciona Lei de Doação de Alimentos, o Prefeito Rafael Greca do Paraná cria projeto de Lei para PROIBIR a doação de alimentos.

A incongruência politica buscando travar a igreja.

É verdadeiramente uma luta do bem contra o mal. 

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A IGREJA CRESCE ONDE O ESTADO FRACASSA E ISSO INCOMODA

Com certeza a competência da igreja em áreas onde o estado fracassa, é um dos motivos que mostra que a igreja tem ação e alcance em áreas onde sequer o estado ou poder executivo pode entrar.

Em áreas fechadas pelo poder paralelo, a igreja entra e sai sem nenhum problema ou dificuldade, porém o estado fica impedida até mesmo de agir socialmente em áreas consideradas de segurança e restritas pelo trafico ou milícia.

O STF a pouco impediu a segurança publica do Rio entrar em favelas para operação contra o trafico, mais fica sem ação quando a igreja adentra nestes locais e retira do trafico homens e mulheres pelo poder de uma arma que a justiça não tem que é a Palavra de Deus.

A IMPOSIÇÃO DA ABSTENÇÃO DE CONSULTA PUBLICA EM BIBLIOTECAS E ESCOLAS

Não resta sombra de duvidas que a proibição por parte de ministros com amparo da relatora CARMEM LÚCIA do emprego ou disponibilidade de exemplares bíblicos nas bibliotecas (fonte de consulta pública) e nas escolas (órgão de formação principalmente de menores) tem como objetivo calar a força a sociedade no seu direito de escolha e de prática religiosa.

 

Outros meios religiosos não são a preocupação do STF mais a Bíblia parece ofensiva a sociedade a partir do momento que conscientiza e eleva o nome de Deus acima de todos.

Somente nos países comunistas como a Coreia do Norte onde o seu ditador deve ser referenciado como um deus, a Bíblia é proibida de ser lida ou sequer mencionado publicamente.

Em outros países de igual forma (Cuba, China entre outros com tendencias de esquerda) é PROIBIDO A RELIGIÃO CRISTÃ.

No entanto, no Brasil, a constituição permite a liberdade religiosa o que cria um contra senso o STF adentrar no direito social de livre escolha e impedir a sua progressão social ou seja, divulgação proibindo sem justo motivo o direito constitucional da segunda maior corrente religiosa do país o acesso as suas normas e diretrizes doutrinárias.

Por outro lado, a teologia é uma formação academica e necessária profissionalmente e amplamente aplicada socialmente e também em quarteis, o que não abre justificativa para o seu impedimento.

Fica a pergunta: Como os alunos de faculdades teologicas irão estudar se a Bíblia for proibida em faculdades e escolas do gênero? Será que com a proibição da Bíblia nestes importantes segmentos como os formando farão consultas ou mesmo se formarão? 

Nossa enquete esta aberta a respostas no campo abaixo

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